Paulo Senise Lisboa

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A ARTE DO DIREITO



A Arte do Direito é comparável à Arte da Guerra, e também à própria Arte, pela sofisticada construção dos argumentos jurídicos formando um sistema lógico e harmonioso, como uma sinfonia ou uma pintura, que não se limitam apenas à duração ou ao tamanho da tela, mas são transcendentes em seus efeitos.



Um simples argumento bem colocado, com clareza e concisão, ainda que pequeno, pode surtir mais efeito do que uma longa e imprecisa argumentação.



Saber usar a força do Direito é uma Arte. Evita perdas, recupera prejuízos, aumenta ganhos, resolve situações, e mantém a liberdade.



ALGUMAS CONSIDERAÇÕES



A olho nu podemos ver cerca de 10.000 estrelas em ambos os hemisférios, norte e sul. Galileu, com sua luneta, conseguiu observar as luas de Júpiter. Com o Hubble, podemos observar o Universo com notável nitidez e profundidade.



Quanto maior o conhecimento, a experiência e a capacidade intelectual mais hipóteses surgem e a análise das questões se torna mais complexa. Nesse ponto a argúcia, a perspicácia, exerce um papel preponderante na escolha do melhor caminho para solução de um problema.



As petições ou pedidos, sejam judiciais ou administrativos, devem ser apresentados por escrito, exigindo do profissional inteligência para sua formulação, uma ótima cultura, um excelente conhecimento jurídico e do vernáculo, clareza, discernimento, poder de síntese, de argumentação e convencimento.



Evidentemente, um profissional bem qualificado e experiente deve saber “a priori” se o processo é viável ou não, ou quem tem mais propensão a ganhar.



Mas, ainda que a causa não seja plenamente viável, o processo pode retardar um problema iminente, usando o tempo como aliado, ou mesmo abrir ou forçar indiretamente uma condição favorável de negociação.



Enfim, se as questões já são complexas para um advogado especializado e qualificado, que sabe com o que está lidando, de que forma ou como lidar, porque e para que lidar, e se convém ou não lidar, então nem se diga para um advogado comum.



Obviamente, não se chega à Europa de canoa e tampouco sequer as luas de Júpiter serão visíveis sem o auxílio de um instrumento óptico.